— A denúncia sofre de uma total falta de alegação de qualquer lesão a esses usuários — disse nesta sexta-feira Matthew Brown, um advogado do Facebook, ao juiz Edward Davila em San Jose, na Califórnia — Os autores da denúncia não identificaram quais sites visitaram, que tipo de dados ou informações foram coletadas, ou se o Facebook usou isso ou divulgou a qualquer outra pessoa — disse Brown.
O processo consolida queixas semelhantes movidas em nome de residentes americanos que se inscreveram no Facebook no período de maio de 2010 a setembro de 2011, em 10 diferentes estados, incluindo Califórnia, Texas e Alabama.
O Facebook tem sido acompanhado por órgãos reguladores nos EUA e na Europa com relação à forma como protege as informações privadas dos usuários. O caso consolidado em San Jose afirma que o consentimento dos usuários à instalação de “cookies” em seus computadores para a rede social acompanhar e transmitir sua navegação na web, não significa que haja consentimento para o monitoramento do usuário depois de sair do Facebook.
— Usamos os computadores da maneira que temos direito e o Facebook, através de um truque, interceptou as comunicações electrônicas dos usuários com sites de terceiros, o que equivale a uma violação federal de grampo — disse Stephen Grygiel, advogado dos usuários. — Em nenhum lugar nas políticas de privacidade do Facebook a companhia diz: 'nós estamos envolvidos na sua comunicação com sites de terceiros depois de você dar logoff' — afirmou.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/tecnologia/facebook-tenta-se-livrar-de-processo-por-violacao-de-privacidade-6299629

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