Mais de duas dezenas de projetos de sistemas bélicos foram comprometidos, de acordo com o relatório.
Esses sistemas são “críticos” para defesas por mísseis e também têm relação com sistemas militares presentes em aeronaves e navios de guerra dos EUA.
De acordo com o site “ZDNet”, a versão confidencial contém uma lista de todas as armas comprometidas pela falha na segurança. Os projetos afetados incluem o sistema balístico de defesa por mísseis Aegis, o sistema PAC-3 de misseis Patriot e aeronaves de combate incluindo o caça F/A-18, o Osprey V-22, o helicóptero Black Hawk e o navio patrulheiro da Marinha americana conhecido como Littoral Combat Ship.
Segundo especialistas em armamentos, a exposição desses dados poderia acelerar a produção de sistemas bélicos chineses, enfraquecendo o potencial dos EUA em caso de futuras disputas.
O Conselho não chegou a acusar formalmente a China de estar envolvida, mas fontes governamentais com conhecimento da falha de segurança afirmam que a grande maioria de ciberataques à infraestrutura dos EUA tem origem no país. No entanto, o “Post” não indicou se o vazamento de informações ocorreu na rede do governo ou na de uma empresa contratada. Também não especificou quando os ataques foram realizados.
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