Muitas empresas tem a falsa impressão de que possuem backup das suas informações e que ao apertar um botão mágico, as informações serão recuperadas sem o menor problema. Com isso, há uma impressão de segurança muito maior do que de fato deveria. Costumo me deparar com ambientes onde o backup muitas vezes nem é realizado, ficando a cargo da sorte e do destino a disponibilidade das informações
Os backups ou cópias de segurança, devem existir para garantir que em caso de perda das informações no seu local de armazenamento original, seja possível a sua restauração com uma perda mínima ou nula. Porém, também é necessário, em caso de alteração indevida, de um documento, como por exemplo uma nova versão de uma planilha eletrônica ou documento de texto que sobregravou o anterior. A ação tão comum de apagar dados ou informações “sem querer” também deve estar coberta pelo backup.
Dessa forma, é essencial a elaboração e manutenção de um plano de backup que possa ser recuperável. Isso porquê muitos backups são feitos, e na hora que é preciso realizar a sua recuperação, é impossível.
Se desconhece muitas vezes os procedimentos para recuperá-lo como também o tempo necessário.
Um plano de backup deve cobrir todas as informações essenciais da empresa tais quais, bancos de dados, arquivos, mensagens eletrônicas, dentre outras.
Toda a sua rotina deve ser documentada e ter a restauração também testada e validada. Deve-se semanalmente similar a restauração para, de fato validar, se as cópias estão sendo realizadas corretamente, pois nestes momentos é possível que sejam feitos ajustes. O ciclo PDCA – Planejamento, Execução, Correção e Ação, é um método essencial nesse processo de elaboração e manutenção do plano de backup e restauração.
Portanto, é preciso ter cuidado com os “falsos backups” existentes dentro das empresas, que de fato, na “hora h”, podem falhar e não é preciso falar das consequências, pois cada um sabe da importância para o seu ambiente. Com isso, vale a pena que os profissionais de TI e empresários, atentem para este fato e tomem as providencias de maneira pró-ativa antes que o pior aconteça.
Publicado na edição de Agosto/2010 da Informática em Revista. Copiei daqui.
Os backups ou cópias de segurança, devem existir para garantir que em caso de perda das informações no seu local de armazenamento original, seja possível a sua restauração com uma perda mínima ou nula. Porém, também é necessário, em caso de alteração indevida, de um documento, como por exemplo uma nova versão de uma planilha eletrônica ou documento de texto que sobregravou o anterior. A ação tão comum de apagar dados ou informações “sem querer” também deve estar coberta pelo backup.
Dessa forma, é essencial a elaboração e manutenção de um plano de backup que possa ser recuperável. Isso porquê muitos backups são feitos, e na hora que é preciso realizar a sua recuperação, é impossível.
Se desconhece muitas vezes os procedimentos para recuperá-lo como também o tempo necessário.
Um plano de backup deve cobrir todas as informações essenciais da empresa tais quais, bancos de dados, arquivos, mensagens eletrônicas, dentre outras.
Toda a sua rotina deve ser documentada e ter a restauração também testada e validada. Deve-se semanalmente similar a restauração para, de fato validar, se as cópias estão sendo realizadas corretamente, pois nestes momentos é possível que sejam feitos ajustes. O ciclo PDCA – Planejamento, Execução, Correção e Ação, é um método essencial nesse processo de elaboração e manutenção do plano de backup e restauração.
Portanto, é preciso ter cuidado com os “falsos backups” existentes dentro das empresas, que de fato, na “hora h”, podem falhar e não é preciso falar das consequências, pois cada um sabe da importância para o seu ambiente. Com isso, vale a pena que os profissionais de TI e empresários, atentem para este fato e tomem as providencias de maneira pró-ativa antes que o pior aconteça.
Rodrigo Jorge
Publicado na edição de Agosto/2010 da Informática em Revista. Copiei daqui.
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