Os investigadores, que tiveram seus nomes preservados pelo jornal, indicaram que os ataques procedem da universidade de elite Xangai Jiaotong e da escola de formação profissional de Lanxiang.
Os especialistas não podem determinar, porém, se o governo chinês tem relação com as sabotagens, já que é possível que haja manipulação dos computadores das instituições, inclusive de fora da China.
O Google denunciou, no último dia 12 de janeiro, que suas operações tinham sido alvo de ciberataques, provavelmente procedentes da China, com o objetivo de acessar as caixas de e-mails de dissidentes chineses, além de roubar códigos e segredos comerciais da empresa.
Além do Google, cerca de vinte outras empresas foram afetadas ciberataques, que os investigadores acreditam que começaram em abril do ano passado.
fonte: http://www.google.com/hostednews/epa/article/ALeqM5iUZu9Bk-9bUhcuIR6s-oKepPtVcQ
UPDATE 22/02
Li Zixiang, uma autoridade do Partido Comunista que trabalha na Lanxiang, disse que os estudamtes estão atualmente em período de férias. Ele também declarou que há evidência de uma relação entre os ataques e uma aula de ciência da computação na Ucrânia.
Zhou Hui, diretor do escritório geral da instituição, disse à Xinhua que alguns estudantes iniciaram trabalhos militares após concluírem o colégio, mas acrescentou que essa era uma decisão comum.
A China até agora nega envolvimento com o ataque e ressaltou que sua política anti-hackers é transparente e consistente.
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